domingo, 31 de janeiro de 2010

A compra de aviões de combate pelo Brasil.

O Brasil vai comprar 36 aviões de combate, estão concorrendo para esse venda três empresas, a americana Boeing, a Francesa Dassaut e a Sueca Grippen.
É um assunto técnico, quem entende de avião é a FAB, "Nosso Guia", se arvorou em conhecedor exímio de aviões de combate, e ja deu seu pitaco, que comprar os franceses, devido a uma "aliança estratégica" com a França.
Nosso Guia, em sua inocente ignorância esta se esquecendo que a França é o menos confiável fornecedor de armas que se conhece.
A primeira coisa que os franceses fazem em caso de conflito em estejam envolvidas armas produzidas na França, é decretar moratória nas vendas, isso que dizer que, em caso de conflito, a França suspende a venda de armas e sobressalentes
Fez isso com Israel, quando da Guerra dos Seis Dias, e com a Argentina na Guerra das Malvinas, isso quer dizer que, se entramos num conflito armado, estamos literalmente "a pé".
A princípio essa política de compra, mesmo com tranferência de tecnologia, é uma política de defesa de subdesenvolvido.
Por que?
Em primeiro lugar ninguém vende sua tecnologia mas recente, ou seja sua tecnologia de ponta, recebemos armas cuja tecnologia está defasada em relação a usada atualmente, cujo cilclo completo não dominamos, isso tem como consequência a manutenção da dependência tecnológica com o pais fornecedor, no caso a França.
Israel aprendeu essa dura lição no meio de uma guerra. Quando eclode a Guerra dos Seis Dias, em que os Mirages franceses foram a vedete, assegurando a supremacia aérea israelense.
Assim que se inica a guerra, a França decreta moratória de fornecimento de armas, parece até aquela frase de Grouxo Marx, sobre os bancos, em que ele diz: "O banco é aquela pessoa que te empresta um guarda-chuva quando esta sol, e o toma de volta quando começa a chover".
Depois desse "apoio" francês, Israel tratou de desenvolver seu próprio avião de combate, o Kfir, com objetivo de não depender de fornecedores estrangeiros não confiáveis de armamentos.
A Embraer foi vítima de um desses vetos. O Governo Brasileiro tinha acertado com o Governo da Venezuela a venda de aviões de treinamento "Tucano", porém não pode concretizar a venda devido a um veto do Governo Americano, isso porque as turbinas do avião são Pratt & Witney, americanas, e existe um embargo americano a venda de armas à Venezuela Chavista.
Será que uma empresa como a Embraer não tem condições de desenvolver uma turbina nacional?
Um ato soberano do Governo Brasileiro foi impedido por não estarmos fabricando turbina de avião.
A Política Correta do Governo Brasileiro em relação a produção de armas, qualquer tipo de arma, é a pesquisa e desenvolvimento delas no Brasil.
O Brasil precisa ter uma política de desenvolvimento de um caça brasileiro, com as características que a FAB julgar convenientes para a defesa do território brasileiro, em diversas versões, como é o Kfir israelense, em que tenhamos o domínio completo da tecnologia envolvida em sua concepção e construção, com versões adaptáveis aos diversos empregos que a FAB e a Marinha julguem necessários, inclusive para operar a partir de Navios-Aeródromos (Porta-Aviões).
A mesma coisa esta acontecendo com nosso submarino nuclear. Temos pesquisa avançada na concepção do submarino e dos motores, movidos a energia nuclear.
Qual é a vantagem da energia nuclear nos submarinos?
Com energia nuclear um submarino pode ficar muito tempo submerso, por períodos muito longos, alguns dos mais modernos dos países desenvolvidos podem ficar mais de ano submerso, ele não depende de abastecimento de combustível para locomoção, leva combustível para ficar mais de ano submerso, além de ser difícil sua localização, o que o torna uma arma dissuassiva a possíveis invasores das costas brasileiras.
A mesma França, se oferceu a vender um submarino nuclear, sem o reator, que seria brasileiro, "Nosso Guia" esta pressionando a Marinha a aceitar, o que vai gerar a mesma dependência inconveniente.
Concluindo, além não ser especialista em qualquer tipo de coisa útil, só em malandragem e enganação, conseguiu enganar o povo brasileiro até agora, vide mensalão e adjacências, como sempre se metendo onde não entende, mais uma vez, contrariando os interesses nacionais, vai continuar com a dependência do Brasil a fontes estrangeiras de armamentos.
Nem parece que foi eleito para defender o Brasil e os interesses nacionais, não acredito que seja tão ingenuo ao ponto de achar que o melhor para o Brasil seja essa Política Exterior Dependente, acredito que esta agindo de acordo com seus interesses pessoais, ja que se considera "amigo" do Presidente Sarcozy, que se aproveita dessa ingenuidade para defender os interesses franceses, esta certíssimo, nós é que temos que eleger um Presidente que denfenda nosso reais interesses, e não um "banana", como é o caso.

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